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sábado, 25 de maio de 2013

Vazam imagens do smartphone da Samsung com Tizen OS

Primeiro modelo da empresa sul-coreana com o novo SO deve chegar ao mercado entre agosto e setembro.
Um site grego dedicado ao sistema operacionalTizen revelou nesta semana imagens daquele que pode ser o primeiro aparelho da Samsungequipado com o novo sistema operacional. O modelo em questão, conhecido como GT-18800, deverá ser um aparelho high-end e pode chegar ao mercado entre agosto e setembro deste ano.
As imagens sugerem ainda que o Tizen OS terá compatibilidade com recursos como S-Voice, S-Beam e WiFi Direct. A versão em questão que virá instalada no aparelho é a 2.1. O modelo foi revelado em uma conferência para desenvolvedores do Tizen, que reuniu cerca de 500 pessoas.
Apesar de os rumores apontarem para um provável lançamento do produto, existe ainda a possibilidade de que o aparelho em questão seja apenas um modelo de testes e não chegue ao mercado tão cedo. As configurações do produto também permanecem sendo um mistério, mas há dois indicativos: display 720p e processador dual-core ARM de 1,2 GHz.

sábado, 27 de abril de 2013


Apple promete novos produtos e surpresas para meados de setembro


A Apple anunciou na última terça-feira (23), por meio de seu CEO Tim Cook, que irá lançar "novos e empolgantes produtos" em setembro de 2013. Mesmo não revelando muito sobre os futuros passos da companhia, o executivo deixou claro que novos programas, aparelhos e serviços estão sendo desenvolvidos pela companhia. A expectativa é para a chegada de novos celulares e até mesmo de um relógio inteligente.
Apple deve trazer surpresas em setembro (Foto: Divulgação) 
Apple deve trazer um leque de surpresas em setembro (Foto: Divulgação)
Em relação ao lançamento de um produto inovador, apresentando uma nova categoria ao mercado, Cook não apresentou muitas expectativas, principalmente sobre cronogramas, mas garantiu que seu time se empenha muito para trazer inovações. “Eu asseguro que estamos trabalhando bem próximos de nossos fabricantes parceiros para atingir um roteiro muito emocionante”, disse.
Uma das surpresas que podera aparecer em breve seria o iWatch, relógio inteligente que roda iOS. De acordo com rumores recentes, o dispositivo já teve sua patente registrada pela Apple e poderia ser lançado ainda este ano. O aparelho teria tela flexível e se conectaria a iPhones e iPads através de Bluetooth e Wi-Fi, além de possuir outras funções online, como acesso ao Facebook.
Um dos desafios da empresa de Cupertino para a produção do iWatch estaria na duração de sua bateria. O objetivo dos funcionários envolvidos no projeto seria o de deixar o aparelho funcionando durante 5 dias sem necessidade de uma nova recarga.

Outro produto que está sendo especulado como possível lançamento da Apple é um serviço de streaming de músicas próprio da companhia. Chamado por enquanto de iRadio, o produto chegaria para concorrer com outros nomes fortes do mercado, como Rdio, Spotify e Deezer.
Ainda sobre o futuro e desempenho da companhia, Tim Cook disse que a queda das ações da Apple nos dois últimos trimestres foi muito frustrante, mas que a empresa continua forte. Resta aguardar pelas novidades prometidas.

sábado, 6 de abril de 2013


Testamos a GeForce GTX 650 Ti Boost

A nova placa de vídeo apresenta um desempenho razoável e um preço na medida certa.
A NVIDIA acabou de apresentar ao mundo o novo membro da família GPUs para desktop. Trata-se da GeForce GTX 650 Ti Boost, uma versão ainda mais poderosa da 650 Ti. O objetivo da fabricante é apresentar ao mundo uma placa de vídeo capaz de rodar os games atuais com resolução Full HD e gráficos no máximo.
A placa vem equipada com 768 núcleos CUDA e a interface de memória passou de 128 para 192-bits, uma diferença que a ajuda a garantir muito mais velocidade na hora de renderizar as imagens.
As novidades não param por aí: a NVIDIA não aumentou somente a banda de memória, e a nova versão da placa também possui clocks mais altos. Para que tudo isso fosse possível, a NVIDIA foi obrigada a aumentar o consumo energético da placa de 110 para 140 watts.
A GeForce GTX 650 Ti Boost traz os mesmos recursos que as outras placas da geração GTX 600, como o Adaptive Vsync, que pode ajudar a diminuir substancialmente as “quebras” na renderização dos quadros, o TXAA, a nova forma de anti-aliasing e o PhysX, que proporciona aceleração de física para garantir melhores efeitos dentro dos games.
Testamos a GeForce GTX 650 Ti Boost(Fonte da imagem: Divulgação/NVIDIA)
A maior diferença desse modelo em relação à 650 Ti original é a implementação do GPU Boost, que é um recurso que pode aumentar o clock da placa dinamicamente para garantir mais poder de fogo.
De acordo com informações da NVIDIA, esse modelo consegue ser até 40% mais rápido que a GTX 650 Ti em alguns aplicativos, o que demonstra um salto muito grande na capacidade de modelo.

Especificações técnicas

Testamos a GeForce GTX 650 Ti Boost

Visual da placa

Se considerarmos que a GeForce GTX 650 Ti utiliza a mesma GPU e interface de memória que a GTX 660, não é difícil entender por que as duas placas são tão parecidas fisicamente. O modelo de referência que nós testamos possui um desenho semelhante ao da GTX Titan, porém sem trazer a carcaça de metal e a janela transparente que mostra o dissipador de calor.
Testamos a GeForce GTX 650 Ti Boost(Fonte da imagem: Tecmundo)
O cooler utilizado pela placa é o tradicional blower. Apesar de o consumo de energia ter aumentado nesse modelo, a temperatura manteve-se no mesmo patamar, e o cooler consegue dar conta do recado mesmo sem produzir muito ruído. Isso conta muito para aqueles que não curtem um PC muito barulhento dentro do quarto.
Testamos a GeForce GTX 650 Ti Boost(Fonte da imagem: Tecmundo)
Apesar de a placa medir 24 centímetros de comprimento, o PCB ocupa apenas 17 centímetros; o restante é reservado para o cooler da peça. O conector de energia de seis pinos encontra-se na parte lateral superior da placa, ao lado da etiqueta que diz “GeForce GTX”.
Na parte superior também podemos encontrar o único conector para SLI da placa. Isso significa que é possível conectar apenas duas GTX 650 Ti Boost em série para conseguir mais desempenho nos games.
Testamos a GeForce GTX 650 Ti Boost(Fonte da imagem: Tecmundo)
Na parte da frente temos os conectores de vídeo: são duas saídas DVI, uma HDMI e uma Display Port posicionadas em torno da saída de ar quente da placa.

Tecnologia de ponta para os games de última geração

Uma das maiores novidades na GTX 650 Ti Boost é justamente o recurso que dá o nome à placa. O GPU Boost era um dos itens que não estavam presentes na versão original, a GTX 650 Ti.
Graças a isso, o Clock do processador pode ir de 925 MHz da versão original para até 1.033 MHz na nova placa. Um salto considerável que pode garantir um desempenho muito mais consistente.
O GPU Boost funciona da seguinte maneira: a GPU tem dois clocks principais; o básico, que é clock mínimo com que a placa vai trabalhar, e o Boost, que é uma espécie de overclock automático realizado pela própria placa. O que determina esse limite é o TDP, ou seja, enquanto a placa não atingir o limite energético, o clock pode continuar aumentando.
Testamos a GeForce GTX 650 Ti Boost(Fonte da imagem: Divulgação/NVIDIA)
O Adaptive Vsync (Sincronização Vertical Adaptativa) promete aumentar a qualidade visual dos games como um todo sem comprometer o desempenho das aplicações. Quando o Vsync é ativado, a taxa de atualização dos quadros do jogo é sincronizada com a frequência do monitor, garantindo uma movimentação muito mais suave na tela.
O problema é que, em cenas de movimentação intensa, o frame rate diminui, causando lentidão em determinados momentos. Com o Vsync desativado, essa lentidão não ocorre, mas os gráficos podem apresentar falhas.
O Adaptive Vsync junta o melhor dos dois mundos, ou seja, em trechos do jogo em que a animação é mais intensa, o Vsync é desativado automaticamente, evitando lentidão. Logo depois, ele é reativado, garantindo a fluidez das animações.
Testamos a GeForce GTX 650 Ti Boost(Fonte da imagem: Divulgação/NVIDIA)
O PhysX é um sistema de aceleração de física que acompanha todas as GPUs de última geração da NVIDIA. A origem do mecanismo é a PPU (Phisics Processing Unit – Unidade de Processamento de Física), criada pela AGEIA Technologies. A NVIDIA adquiriu a empresa em 2008 e incluiu esses aceleradores de física nas suas GPUs.
Os jogos atuais possuem muitos elementos se movimentando simultaneamente. São explosões, roupas, cabelos e uma infinidade de objetos que precisam ser gerenciados pelo sistema. Se não existe um sistema específico para processar a física, quem se torna responsável por isso é a CPU, que acaba ficando sobrecarregada.
Testamos a GeForce GTX 650 Ti Boost(Fonte da imagem: Divulgação/NVIDIA)
Graças ao sistema de aceleração PhysX, é possível ter esses efeitos especiais durante os jogos sem que o processador sofra para administrar tudo.
Para aumentar a qualidade da imagem dentro dos jogos, nem sempre é suficiente aumentar o clock da GPU. Novas tecnologias sempre são bem-vindas, e nessa geração a NVIDIA implementou o TXAA.
Esse novo método de anti-aliasing foi projetado para combinar o poder do MSAA com novos filtros de imagem sofisticados, semelhantes aos utilizados em filmes de computação gráfica. Além disso, o TXAA também aplica um filtro temporal entre os quadros, fazendo com que as imagens fiquem mais suaves sem que a máquina precise sacrificar o desempenho.

GeForce Experience

O GeForce Experience não é exatamente um recurso exclusivo dessa placa, mas é uma novidade bem-vinda da NVIDIA que pode favorecer o aumento de desempenho dos games. O software é um painel de controle que pode fazer duas coisas importantes: manter a placa de vídeo sempre com os drivers atualizados e também otimizar automaticamente as configurações da placa de vídeo, criando um perfil diferente para cada jogo instalado na máquina.
Testamos a GeForce GTX 650 Ti Boost(Fonte da imagem: Divulgação/NVIDIA)
Além de garantir um maior desempenho, essa ferramenta também pode facilitar a vida de quem não quer perder tempo testando configurações diferentes na hora de tentar conseguir alguns quadros por segundo a mais.

E o desempenho da placa?

A GeForce GTX 650 Ti Boost foi desenvolvida pela NVIDIA para ser uma placa de vídeo acessível e barata, mas sem deixar de oferecer um bom desempenho aos jogadores que querem pagar pouco, mas não querem abrir mão de um nível de detalhes visualmente satisfatório.
A nossa análise compreende testes de desempenho, design e eficiência térmica. Para isso, utilizamos diversos softwares específicos e alguns games de última geração. Para concluir, também comparamos a placa de vídeo com outros modelos, podendo, dessa forma, saber como ela se comporta em relação às outras e medir o seu desempenho.

Configurações da máquina de testes

  • Processador: Intel Core i7 920 Socket 1366 - Bloomfield - 2,66 GHz;
  • Memória: 6 GB RAM DDR3 Triple Channel;
  • Placa-mãe: Gigabyte X58-USB3;
  • Armazenamento: HD Seagate ST2000DM001-9YN164;
  • Chipset: Intel X58;
  • Sistema Operacional: Windows 7 Professional 64-bits.
A NVIDIA desenvolveu essa placa para trabalhar com eficiência na resolução Full HD, ou seja, 1920x1080 pixels. Sendo assim, todos os testes foram realizados nessa configuração, com exceção ao 3D Mark 11, que foi configurado para rodar no modo “Performance”.

Crysis 2

O segundo jogo da série utiliza a CryEngine 3 para trazer efeitos especiais e visuais incríveis para os jogos. A série Crysis é conhecida por abusar do hardware e exigir máquinas poderosas para dar conta do recado.
Testamos a GeForce GTX 650 Ti BoostFPS - Frames por segundo. Quanto mais, melhor.

Battlefield 3

Battlefield 3 dá sequência à consagrada franquia de FPS da DICE, acrescentando à fórmula tradicional da série novas possibilidades estratégicas, bem como unidades inéditas e um tratamento gráfico diferenciado. Para aumentar a ação presente no título, a desenvolvedora também acrescentou novos mapas, armas e veículos.
O jogo possui gráficos incríveis e muitos efeitos de luz, fumaça e explosões. Tudo isso em meio a muita ação. Então, para ter uma experiência completa com o game, é necessário um hardware à altura. Logo, o título é um ótimo “termômetro” para medir a qualidade das GPUs
Testamos a GeForce GTX 650 Ti BoostFPS - Frames por segundo. Quanto mais, melhor.

Total War: Shogun 2

Em Total War: Shogun 2, você assume o controle dos exércitos japoneses e precisa utilizar as melhores táticas de guerra para vencer as batalhas. O número elevado de personagens simultâneos na tela durante as lutas pode ser um desafio para sistemas menos potentes.
Testamos a GeForce GTX 650 Ti BoostFPS - Frames por segundo. Quanto mais, melhor.

Aliens vs. Predador

Aliens vs. Predator é um jogo de tiro em primeira pessoa que coloca os fuzileiros coloniais contra os temíveis aliens e um predador em uma sangrenta batalha. O jogo foi um dos primeiros a utilizar o DirectX 11 para conseguir efeitos visuais interessantes.
Testamos a GeForce GTX 650 Ti BoostFPS - Frames por segundo. Quanto mais, melhor.

Metro 2033

A história de Metro 2033 se passa em um futuro pós-apocalíptico. Depois de uma guerra nuclear, o mundo tenta se reerguer entre as cinzas da destruição. O jogo também é conhecido por exigir força bruta das placas de vídeo devido aos recursos gráficos presentes e explorados ao máximo.
Testamos a GeForce GTX 650 Ti BoostFPS - Frames por segundo. Quanto mais, melhor.

F1 2012

O mais importante em um jogo de simulação é a fidelidade dos detalhes. F1 2012 coloca você no comando dos mais velozes carros de corrida da categoria, todos com muitos detalhes gráficos e efeitos visuais impressionantes. Para manter a velocidade e a consistência durante as corridas, é preciso ter um equipamento à altura.
Testamos a GeForce GTX 650 Ti BoostFPS - Frames por segundo. Quanto mais, melhor.

Need For Speed: Most Wanted (2012)

O remake do game de corrida de 2005 traz um visual remodelado e a mesma temática do original: fugir da polícia pilotando os esportivos mais incríveis do mundo. Todos os veículos possuem detalhes incríveis, e os efeitos especiais do título dão um charme especial para as corridas, mas exigem um hardware competente para dar conta do recado.
Testamos a GeForce GTX 650 Ti BoostFPS - Frames por segundo. Quanto mais, melhor.

3D Mark 11

O 3D Mark é, talvez, o mais conhecido software de benchmark do mercado. No mundo todo, pessoas utilizam esse software para medir o desempenho de suas máquinas. É claro que não poderíamos deixar de testar nosso equipamento com este aplicativo.
Para efetuar os testes, nós utilizamos a versão Basic do 3D Mark 11. Os exames foram feitos no modo “Performance”.
Testamos a GeForce GTX 650 Ti BoostTotal de pontos. Quanto mais, melhor.

Unigine Heaven benchmark

O Heaven Benchmark foi desenvolvido para explorar todos os recursos das placas de vídeo, testando os limites do hardware em situações específicas. O teste é baseado no motor gráfico Unigine e utiliza o que há de mais moderno em sistema de iluminação, física e Tessellation para determinar o poder da placa de vídeo.
Testamos a GeForce GTX 650 Ti BoostTotal de pontos. Quanto mais, melhor.

Vale a pena?

Apesar de a família GTX 600 da NVIDIA já ter placas de vídeo enquadradas em praticamente todas as categorias de preço e desempenho, a empresa decidiu lançar mais um modelo intermediário para conquistar a faixa de usuários que não pode arcar com os custos de uma GPU de última geração e costuma passar diversos anos sem trocar de equipamentos.
Testamos a GeForce GTX 650 Ti Boost(Fonte da imagem: Divulgação/NVIDIA)
A NVIDIA coloca essa placa na mesma categoria da AMD Radeon HD 7850, e nos testes é possível ver que ela empata ou supera a concorrente na maioria das situações. Além disso, a nova GPU consegue chegar perto até mesmo de sua irmã maior, a GeForce GTX 660.
O que mais chama atenção no equipamento é o preço. A NVIDIA colocou o modelo de 2 GB no mercado por US$ 170 (cerca de R$ 340 na cotação atual). Além disso, a empresa deve lançar um modelo com 1 GB custando US$ 150 (cerca de R$ 300 na cotação atual). Isso faz com que ela seja muito atraente e tenha uma ótima relação custo-benefício.
Testamos a GeForce GTX 650 Ti Boost(Fonte da imagem: Divulgação/NVIDIA)
Já no Brasil, a placa ainda não está disponível no mercado, porém a ZOTAC já anunciou que o primeiro modelo a ser lançado no nosso país deve chegar em abril por R$ 759, o que a coloca praticamente na mesma faixa de preço da GeForce GTX 660. Isso acaba um pouco com a estratégia original da NVIDIA e, pelo menos por aqui, tira o principal diferencial do modelo.
Testamos a GeForce GTX 650 Ti Boost(Fonte da imagem: Divulgação/NVIDIA)
Se deixarmos esse fator de lado e analisarmos o conjunto da obra, temos uma placa de vídeo que poderá trazer um desempenho satisfatório ainda por algum tempo, possivelmente até mesmo alguns anos, principalmente se levarmos em conta que muitos dos games atuais podem ser executados nessa placa com uma boa taxa de quadros por segundo.


sexta-feira, 29 de março de 2013


Aplicativo permite que você pague a conta da balada pelo celular

App brasileiro, que está disponível para Android e iOS, já é compatível com casas noturnas de quatro estados.
Aplicativo permite que você pague a conta da balada pelo celular(Fonte da imagem: Reprodução/Snappin)
Ir para a balada no final de semana é uma ótima maneira de relaxar e fugir do estresse do dia a dia, mas certamente encarar a fila na hora de pagar a conta não é nada divertido. Pensando nisso, desenvolvedores brasileiros criaram o app Snappin, disponível para Android e iOS. Com ele é possível pagar a conta diretamente do celular.
O app armazena dados de até três cartões de crédito, sendo compatível com as bandeiras Visa MasterCard, Credicard, Diners e American Express. Com a conta em mãos, tudo o que você precisa fazer é selecionar o estabelecimento e vincular a sua comanda com o número do celular.
Você pode ainda usar o seu aparelho para pagar a conta de outras pessoas, bastando para isso inserir o código da comanda. O app já é compatível com mais de 20 estabelecimentos nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Santa Catarina. A comodidade, entretanto, tem o seu preço: embora o app seja gratuito, cada conta paga com o Snappin gera uma taxa de R$ 5.

quarta-feira, 20 de março de 2013


Nexus 4 brasileiro será apresentado no dia 27 de março

Google faz mistério sobre a data de lançamento do produto e sobre o preço que será cobrado por ele no país,
Nexus 4 brasileiro será apresentado no dia 27 de março(Fonte da imagem: Divulgação/Google)
Depois de muita espera, finalmente o smartphone Nexus 4 vai ser lançado oficialmente em terras brasileiras. Em um convite enviado à imprensa, a Google confirmou que o aparelho deve ser apresentado em um evento marcado para a próxima quarta-feira, dia 27 de março.
O anúncio vai ser feito na sede oficial da empresa na cidade de São Paulo e contará com a presença de Hugo Barra, brasileiro que ocupa a vice-presidência da divisão Android da companhia. Até o momento, permanece um mistério o dia em que o aparelho vai chegar às lojas, e seu preço também é mantido em segredo pela empresa.

Preço incerto

Nos Estados Unidos, o modelo básico do Nexus 4, com 8 GB de capacidade interna de armazenamento, é vendido a US$ 299 através da loja Google Play. Já o modelo de 16 GB é encontrado por US$ 349, sendo que ambos os preços são subsidiados pela própria Google — devido ao valor de venda mais baixo que o aparelho apresenta em relação a seus concorrentes, a busca por ele tem sido grande nos últimos meses.
Já na Europa, onde o dispositivo não conta com qualquer espécie de desconto, é possível encontrá-lo por valores que superam facilmente os 500 euros. Caso a mesma situação se repita no Brasil, tudo indica que será preciso investir um valor substancial para conseguir levar o gadget para casa.


terça-feira, 5 de março de 2013

Vazamento de imagens mostra o visual e confirma algumas especificações do Galaxy S4

Aparelho seria mais quadrado e pode não contar com o botão home. 
 
Vazamento de imagens mostra o visual e confirma algumas especificações do Galaxy S4Seria este o novo Samsung Galaxy S4 (Fonte da imagem: Reprodução/Twitter)
A enxurrada de especulações sobre o Galaxy S4 cresce a cada dia – e novas imagens do que supostamente seria o novo smartphone da Samsung pipocam na rede com cada vez mais frequência – principalmente devido à proximidade do evento de lançamento.
Ontem, por exemplo, foi a vez do Twitter Evleaks (especializado em trazer “furos” sobre o mundo mobile) mostrar algumas imagens do aparelho. Nas fotos é possível vermos um aparelho com linhas sólidas e que lembra um pouco o design do Galaxy Note 2.
Ele seria uma espécie de versão mais quadrada do smartphone, além de não apresentar o botão home – o que é, inclusive, uma grande novidade, pois a Samsung vinha fazendo menções de que o manteria, mesmo com a relação de “amor e ódio” do recurso com os consumidores.

Especificações confirmadas?

Se em uma das imagens existe uma espécie de evolução da linha Galaxy S, na outra há o que seria uma confirmação de algumas das especificações que vem sendo especuladas para o aparelho. Contudo, um dos grandes mistérios do lançamento, que é a utilização de um chipset específico para cada região, continua.
Vazamento de imagens mostra o visual e confirma algumas especificações do Galaxy S4Especificações confirmadas? (Fonte da imagem: Reprodução/Twitter)
Aqui é possível vermos o modelo do display, da câmera, o tamanho do armazenamento, a memória RAM e qual o sistema operacional. Confira:
  • Display Super AMOLED com resolução Full HD (1920x1080p) e 4,99 polegadas;
  • Android Jelly Bean 4.2;
  • Câmera traseira de 13 megapixels;
  • 2 gigabytes de memória RAM;
  • Armazenamento interno de 16, 32 ou 64 gigabytes.

É real?

A conta é bem conceituada por alguns veículos norte-americanos, algo que passa mais credibilidade às informações. Além disso, as postagens que traziam as fotos foram excluídas do Twitter, algo que pode ter sido exigido pela Samsung – e que praticamente garantiria a veracidade das imagens.
Vale lembrar que a apresentação oficial do novo Samsung Galaxy S4 deve acontecer no próximo dia 14 de março em um evento especial promovido pela companhia somente para lançar o novo gadget. Várias novidades são aguardadas para a festa, que vem sendo esperada com bastante ansiedade.


sábado, 2 de março de 2013

Os melhores smartphones e tablets do MWC 2013

Confira quais foram os principais smartphones e tablets apresentados no evento realizado nesta semana em Barcelona.
 

O Mobile World Congress 2013 chegou ao fim. Durante toda essa semana, as principais empresas do mundo da tecnologia estiveram reunidas na cidade de Barcelona para apresentar as suas novidades ligadas ao mundo mobile. Smartphones potentes e curiosos e tablets cada vez mais versáteis estiveram entre as principais atrações.
Grandes companhias ficaram de fora do evento, como a Microsoft e a Apple. Até mesmo a Samsung, principal fabricante de dispositivos com Android, teve uma participação tímida no evento, mas suficiente para trazer algumas novidades e receber um dos principais prêmios do congresso. Confira o que de melhor foi apresentado nos últimos dias.

HTC One

Os melhores smartphones e tablets do MWC 2013 
(Fonte da imagem: Divulgação/HTC)
Um dos aparelhos que deixou o público mais impressionado foi o potente HTC One. O aparelho da empresa taiwanesa tem tela de 4,7 polegadas com resolução Full HD e densidade de pixels que atinge 469 ppi. Embora a câmera traseira seja de apenas 4 megapixels, a tecnologia ultrapixels, desenvolvida pela companhia, promete fotos melhores até mesmo do que as tiradas com a PureView, da Nokia.
As configurações de hardware também são igualmente tentadoras. Processador quad-core Snapdragon 600 de 1,7 GHz, 2 GB de RAM e 64 GB de armazenamento interno. Não há preço nem data de lançamento definida, mas já se sabe que o smartphone não virá para o Brasil em venda direta, uma vez que a HTC encerrou as suas atividades por aqui.

LG Optimus G Pro

Os melhores smartphones e tablets do MWC 2013
 (Fonte da imagem: Divulgação/LG)
O novo high end da LG é na verdade um phablet, misto de smartphone com tablet. Com tela de 5,5 polegadas, o Optimus G Pro pode ser considerado agora o principal aparelho da empresa sul-coreana. A resolução suportada é Full HD e a densidade de pixels chega a 401 ppi.
Com câmera traseira de 13 megapixels, o modelo vem equipado com processador quad-core de 1,7 GHz, 2 GB de RAM e 32 GB de espaço interno para armazenamento. A bateria de 3.140 mAh é outro destaque. Ainda não há previsão de lançamento do produto no Brasil, mas ele deve desembarcar por aqui somente no segundo semestre deste ano.

Nokia: Lumia 720 e Lumia 520

Os melhores smartphones e tablets do MWC 2013 
(Fonte da imagem: Divulgação/Nokia)
A Nokia aproveitou o evento para lançar dois novos aparelhos da sua linha Lumia: um modelo de entrada e outro intermediário. O mais simples deles é o Lumia 520, que pode ser considerado o smartphone com Windows Phone 8 mais barato do mundo. Pensando na popularização do Soo modelo conta com câmera de 5 megapixels e processador dual-core de 1 GHz.
Já o modelo intermediário tem o mesmo processador, mas alguns detalhes um pouco melhores. A tela é de 4,3 polegadas (contra 4 polegadas do 520) e a câmera atinge 6,7 megapixels, contando com lentes Carl Zeiss e tecnologia para fotografar ambientes com baixa luminosidade. Os produtos ainda não têm data para chegar ao Brasil.

Huawei Ascend P2

Os melhores smartphones e tablets do MWC 2013 
(Fonte da imagem: Divulgação/Huawei)
A marca chinesa Huawei ainda é pouco conhecida no Brasil, mas aos poucos seus produtos começam a ganhar destaque no mercado. Um exemplo é o seu mais novo lançamento, o Ascend P2. O smartphone tem configurações para fazer bonito junto ao público e impressionou aqueles que tiveram a oportunidade de testá-lo.
As configurações revelam um modelo top de linha com tela de 4,7 polegadas, processador quad-core de 1,5 GHz, 1 GB de RAM e 16 GB de espaço interno. A câmera traseira é de 13 megapixels, mas a resolução é de apenas 720p.

ASUS Padfone Infinity

Os melhores smartphones e tablets do MWC 2013
 (Fonte da imagem: Divulgação/ASUS)
A empresa taiwanesa ASUS trouxe para o congresso um smartphone cuja principal destaque é a sua tela. Usando um display Super IPS LCD, o modelo atinge uma densidade de pixels de 441 ppi. O processador é um Snapdragon 600 quad-core de 1,7 GHz e o produto pode ainda ser conectado a um tablet de 10 polegadas, com resolução 1080p.

Alcatel One Touch Idol

Os melhores smartphones e tablets do MWC 2013
 (Fonte da imagem: Divulgação/Alcatel)
Se você considera a espessura de um smartphone algo fundamental, então o modelo Alcatel One Touch Idol deve estar no topo da sua lista de desejos. O modelo da empresa francesa foi apresentado com o “smartphone mais fino do mundo”, com apenas 6,45 milímetros. O produto tem processador dual-core de 1,2 GHz e câmera traseira de 8 megapixels.

Samsung Galaxy Note 8.0

Os melhores smartphones e tablets do MWC 2013
 (Fonte da imagem: Divulgação/Samsung)
É difícil imaginar alguém utilizando um smartphone com tela de 8 polegadas, mas a Samsung aposta que as pessoas farão isso. Sendo assim, a empresa sul-coreana revelou o Galaxy Note 8.0, que tem previsão de lançamento no Brasil para o mês de abril. Embora tenha tamanho de tablet, o aparelho é um phablet, já que também faz ligações. Apesar de já ter quase um ano de vida, o Samsung Galaxy S3 foi premiado no evento como o melhor smartphone da atualidade.

Firefox OS

Os melhores smartphones e tablets do MWC 2013
(Fonte da imagem: Divulgação/Alcatel)
O Tecmundo já revelou as suas primeiras impressões do Firefox OS, mas a Fundação Mozilla aproveitou o evento em Barcelona para mostrar a um número maior de pessoas qual é a sua próxima aposta. Apesar da boa iniciativa, o sistema não encantou muita gente, mostrando que a companhia terá um caminho difícil pela frente. ZTE e Alcatel serão as primeiras fabricantes de aparelhos com o SO.


quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Smartphone Android de e-ink é leve, barato e tem bateria para uma semana

Aparelho não apresenta alta qualidade de imagem e é lento, mas pode ser alternativa barato.
 
A tecnologia de tela e-ink, utilizada em leitores digitais de marcas como Kobo e Kindle, é reconhecida por exigir pouco da bateria do aparelho para reproduzir imagens na tela. Se essa vantagem é tão grande, por que ninguém pensou em criar um smartphone Android com ela?
A empresa taiwanesa Eink pensou – e apresentou um protótipo sem nome desse ousado projeto na MWC 2013. De acordo com o LaptopMag, o smartphone com tela e-ink é mais leve que o esperado, mas a transição de menus é bastante lenta, apesar de alguns recursos touchscreen estarem presentes, como multitoques e zoom.
Smartphone Android de e-ink é leve, barato e tem bateria para uma semana 
(Fonte da imagem: Reprodução/LaptopMag)
Entre as qualidades do telefone, que rodava a partir de um chip Qualcomm A5, ainda se destaca a economia de bateria: um smartphone de e-ink só precisaria ser recarregado uma vez por semana, um sonho para muita gente que precisa ligar o aparelho na tomada todos os dias. Além disso, por causa do e-ink, visualizar o conteúdo em um dia ensolarado, por exemplo, não seria problema.
Sem previsão para chegar ao mercado, o smartphone roda uma versão 2.3 do Android e custaria em torno de US$ 50, sendo uma boa alternativa para quem deseja um gadget barato, porém não tão potente e sem telas de alta qualidade de imagem.





quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013


Vaza imagem dos LG Optimus F5 e F7

Foto mostra design dos novos aparelhos, mas outras informações continuam em sigilo.
 
Vaza imagem dos LG Optimus F5 e F7

 (Fonte da imagem: Reprodução/Twitter)
Com a MWC 2013 a apenas alguns dias de distância, não é grande surpresa vermos informações sobre diversos aparelhos vazando. E a “bola da vez” são dois smartphones da LG, revelados em um tweet feito pela evleaks.
Os aparelhos, segundo eles, seriam respectivamente um Optimus F7 e um Optimus F5. Quanto às especificações, poder de câmera ou qualquer outra informação, infelizmente não temos nada, pois o evleaks se resumiu apenas a trazer as imagens.

Optimus e Firefox OS?

Um dos pontos que mais estão chamando atenção nas imagens é a mudança no design de interface do sistema: no lugar dos quadradinhos comuns do Android, vemos ícones circulares, como visto no Firefox OS.
Coincidentemente, os nomes dos novos aparelhos utilizam as iniciais “F”... Estariamos vendo a LG abandonar o sistema da Google para usar o Firefox OS? É claro que as chances são baixas, mas não é impossível.
Felizmente, não vamos precisar especular sobre informações dos novos aparelhos por muito tempo, já que a MWC chega no dia 25 de fevereiro; mas até lá, teremos que nos contentar apenas com essas fotos.

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Quanta diferença a memória RAM faz nos jogos?

Muita memória RAM ou memórias mais rápidas? Quantos gigabytes são necessários para jogar sem se preocupar?
 

O mundo dos computadores esconde muitos mistérios. Um dos maiores deles talvez diga respeito à memória RAM. Será que a quantidade é diretamente proporcional ao desempenho do sistema? O que é mais importante: muita memória mais lenta ou pouca memória mais rápida? A verdade é que, como quase tudo relacionado a computadores, depende.
Depende de qual é o objetivo principal do computador. Você vai utilizar a máquina primariamente para trabalhar, navegar na internet ou para jogar? Os games são pesados ou simples joguinhos de navegador? Os aplicativos de escritório são editores de texto e planilha ou edição de vídeo e imagens? Tudo isso precisa ser levado em conta antes de escolher os componentes.
Quanta diferença a memória RAM faz nos jogos? (Fonte da imagem: Divulgação/Corsair)
Neste artigo, vamos nos focar em máquinas direcionadas para os games mais pesados e mostrar alguns testes que dizem se a quantidade de memória é mais relevante que a velocidade dela, quanta memória os jogos efetivamente aproveitam e qual é o mínimo e o máximo necessário para que seja possível se divertir e não se preocupar com engasgos durante as partidas.

Limite de memória do sistema operacional

Muita gente ainda não sabe disso, mas sistemas operacionais de 32-bits podem alocar apenas 4 GB de memória RAM física. E isso não fica restrito apenas à memória principal do computador, também inclui aquela encontrada nas placas de vídeo (memória virtual não conta). Desses 4 GB, o sistema pode alocar 2 GB de espaço de endereçamento virtual para cada processo em execução, até atingir o limite.
Quanta diferença a memória RAM faz nos jogos? (Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia)
Em sistemas operacionais de 64-bits, a coisa muda de figura: o limite máximo total de memória que o sistema pode alocar é 8 TB. Outra vantagem é que os aplicativos desenvolvidos em 32-bits podem alocar até 4 GB de endereçamento virtual, ou seja, mesmo os processos desenvolvidos em 32-bits podem se beneficiar do novo sistema.

A velocidade da memória é mais importante que a quantidade?

Mas e quanto à velocidade da memória, ela tem uma influência direta no desempenho? Se for a memória RAM do computador, muito pouco. A velocidade e a latência dos chips de memória só vão trazer alguma diferença real em resoluções altíssimas, e mesmo assim ela não será tão perceptível.
Veja os testes realizados pelo Tom´s Hardware: a velocidade da memória mostra que não é um papel fundamental na hora de garantir alguns quadros por segundo a mais.
Quanta diferença a memória RAM faz nos jogos?
Quanta diferença a memória RAM faz nos jogos? (Fonte da imagem: Reprodução/Tom´s Hardware)
Como pudemos perceber, a memória pode ser mais rápida — e consequentemente mais cara —, e o resultado prático não muda muito de um caso para outro.
O preço por um pente de memória mais rápido pode não compensar muito no final das contas. Veja: enquanto 8 GB DDR3-2133 custam em média R$ 330*, podemos encontrar 8 GB de memória DDR3-1600 por aproximadamente R$ 260*. Um custo cerca de 20% maior por um desempenho que fica na casa dos 3% superior — e em apenas alguns aplicativos e condições específicas.
É claro que isso é apenas uma estimativa. A rigor, se você puder optar por uma memória mais rápida, melhor. Mas é bom saber que esse não vai ser o fator determinante na hora de conseguir uma taxa de quadros por segundo mais alta.
*Valores consultados no dia 8/2/2013 aqui.

Quantidade de memória

O senso comum diz o seguinte: quanto mais memória no computador, melhor. Entretanto, a realidade é pouco diferente disso. Imagine que a memória RAM de um PC é como se fosse uma fábrica. Os processos em execução são como se fossem os funcionários, e a memória virtual é o depósito.
A lógica é simples: se a fábrica é pequena, os trabalhadores precisam ir até o depósito buscar a matéria-prima, desenvolver os produtos e depois carregar tudo novamente para o depósito. Com o aumento dessa fábrica (mais RAM), é possível armazenar a matéria prima e os produtos finalizados no mesmo local, aumentando muito a produtividade.
Quanta diferença a memória RAM faz nos jogos? (Fonte da imagem: Divulgação/Kingston)
O problema é que aumentar exageradamente essa fábrica não faria muita diferença, pois a maior parte do espaço ficaria vazia e subutilizada. O mesmo acontece com a memória RAM. É importante ter uma boa quantidade dela no computador, mas, para os jogos, existe um limite.
Um computador com pouca memória exige que parte dos processos seja enviada para a memória virtual, que nada mais é do que um espaço reservado no HD da máquina para permitir que aplicativos mais sedentos por RAM possam ser executados. Antes de essa ferramenta ser implementada nos sistemas operacionais, muitos programas deixavam de funcionar.
Embora esse seja um recurso inteligente e útil para o funcionamento da máquina, a memória virtual pode causar engasgos e travamentos dentro dos games, simplesmente pelo fato de um HD ser muito mais lento que a memória RAM.

Descobrindo quanta memória os games utilizam

Nós executamos alguns testes rodando diversos jogos em uma máquina configurada com 2, 4 e 8 GB de memória. Quanto os aplicativos passaram a utilizar em cada configuração? Houve um aumento no desempenho dos aplicativos?
Veja a máquina utilizada durante os testes:
  • Processador: Intel Core i5-3450;
  • Placa-mãe: ASUS P8B75-M LE;
  • Placa de Vídeo: MSI GeForce GTX 670;
  • HD: Western Digital 500 GB 7.200 RPM;
  • Sistema operacional: Windows 7 Professional.
O sistema operacional foi instalado na máquina apenas para a realização dos testes. Para evitar conflitos com outros aplicativos que possam influenciar nos resultados, não instalamos antivírus no computador.
O hardware da máquina é suficiente para rodar todos os títulos testados com todos os detalhes configurados para a máxima qualidade. O único item alterado entre as análises foi a quantidade de memória instalada na máquina. Para verificar a utilização de recursos do sistema, utilizamos o próprio monitor de recursos do Windows.

Veja os resultados:

Quanta diferença a memória RAM faz nos jogos?
*Os números estão expressos em megabytes.
Como pudemos perceber, a quantidade de memória utilizada pelos aplicativos mudou muito pouco de uma configuração para outra. Esses números representam uma média entre a utilização máxima e a mínima da memória disponível no computador, então é normal que os aplicativos utilizem mais ou menos RAM durante momentos específicos.

Mas e como foi jogar em cada uma das configurações?

  • 2 GB RAM: tudo demora muito para carregar. Alguns jogos funcionaram perfeitamente nessa configuração, outros nem tanto. Jogar RAGE, por exemplo, pode ser um imenso sacrifício. O recurso “Megatextura” utilizado pela engine do game precisa ler os dados da memória constantemente, forçando o sistema a depender muito da memória virtual;
  • 4 GB RAM: todos os games rodaram perfeitamente. Não houve problemas na hora de carregar os jogos ou durante as partidas. Na hora de fechar os aplicativos e retornar ao sistema operacional, também não enfrentamos dificuldades;
  • 8 GB RAM: o desempenho em todos os títulos foi exatamente o mesmo que tivemos com a configuração anterior. A impressão foi de que nada na máquina foi alterado, pelo menos durante as partidas.
Mas por que os games não utilizam o excedente de memória disponível na máquina para carregar mais texturas, dados e outros elementos dos games? Primeiro, é preciso lembrar que as texturas e outros elementos gráficos ficam armazenados na memória da placa de vídeo, que trabalha em conjunto com a RAM principal do sistema.
Segundo, porque simplesmente os jogos não precisam de mais memória. Se ele está rodando liso e sem engasgos utilizando apenas 1 GB do sistema, tudo bem. Isso acontece em alguns casos porque muitos desses títulos são desenvolvidos com os consoles em mente. Como esses equipamentos possuem menos recursos, o código dos jogos é programado para trabalhar dessa maneira.
Nós já vimos que a maioria dos aplicativos ainda é desenvolvida em 32-bits. Contudo, o sistema operacional pode alocar até 4 GB de memória para cada um deles, e os testes demonstraram que eles simplesmente não precisam de tudo isso para funcionar adequadamente.
Quanta diferença a memória RAM faz nos jogos? (Fonte da imagem: Divulgação/GeiL)
Casos mais específicos como RAGE, por exemplo, aparecem nos testes utilizando quase a mesma quantidade de memória em todas as configurações, mas engasga com apenas 2 GB instalados. Isso acontece porque, quando há mais memória disponível, o sistema coloca mais arquivos em cache, o que agiliza o carregamento dos dados.
Como os aplicativos ainda precisam dividir os recursos da máquina com o sistema operacional, é preciso ter certa folga para evitar os engasgos relacionados com o uso da memória virtual. Por isso, os games travam com apenas 2 GB e rodam tranquilamente com 4 GB para cima.

Quanta memória eu preciso para jogar?

Para jogar os games atuais sem precisar se preocupar com engasgos e travamentos durante as partidas, 4 GB RAM se mostram suficientes. No entanto, é interessante colocar 8 GB na sua máquina pensando no futuro, mas você não vai notar de imediato diferença no desempenho dos títulos. Sendo assim, você terá algum espaço de sobra para os aplicativos e o sistema operacional trabalharem com folga por um bom tempo. Além disso, é possível alternar entre as tarefas rapidamente com essa configuração.
Quanta diferença a memória RAM faz nos jogos? 
(Fonte da imagem: Reprodução/Baixaki Jogos)
Instalar 16 GB ou até 32 GB RAM em máquinas dedicadas aos games, por enquanto, não mostra resultados que justifiquem o investimento. Além de não garantir nenhum desempenho a mais, a memória ociosa vai servir apenas para gastar energia e gerar mais calor dentro do gabinete.
Entretanto, se você costuma parar no meio das partidas, alternar entre tarefas e manter outros aplicativos trabalhando no fundo enquanto se diverte, a quantidade de memória necessária para o seu sistema funcionar sem problemas somente você poderá definir.
Não tem outro jeito: para garantir que os games fiquem mais rápidos, é preciso pensar no processador e na placa de vídeo. A memória só vai dar mais espaço para que eles possam trabalhar.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Novo LG Optimus G Pro é flagrado com tela maior

Aparelho tem display de 5,5’’ e resolução Full HD.
 

Novo LG Optimus G Pro é flagrado com tela maior
Ainda nem chegou ao Brasil e já tem uma nova versão (Fonte da imagem: Reprodução/Phone Arena)
Imagens de um suposto LG Optimus G Pro com tela maior foram divulgadas na internet dando a entender que a fabricante está preparando uma versão especial do smartphone para a Coréia do Sul. Ainda assim, essa suposição não pode ser verificada com o que se sabe do aparelho no momento.
De fato, a tela do novo Android da marca ficou com 5,5’’ e resolução Full HD. Fora isso, especula-se que o processador que acompanha o dispositivo é um Snapdragon de 1,7 GHz, funcionando juntamente com 2 GB de memória RAM. Fora isso, os coreanos que adquirirem o produto poderão ter até 32 GB de armazenamento interno e vão conseguir expandir essa capacidade com um cartão microSD.
Essas especificações não são confirmadas, mas parece que a bateria do novo Optimus G Pro recebeu uma bela atualização, chegando agora a 3140 mAh, o que deve ser o suficiente para deixar a nova tela brilhando por um bom tempo.
Caso o aparelho realmente vá ao mercado, espera-se que ele seja anunciado na Mobile World Congress deste ano, ainda no fim de fevereiro.
Confira as especificações esperadas para o novo LG Optimus G Pro
  • Tela 5,5’’ Ful HD IPS-LCD;
  • Processador quad-core de 1,7 GHz;
  • 2GB de RAM;
  • 32 GB de armazenamento interno + expansão para mais 64 GB;
  • Conexão 4G/LTE;
  • Câmera traseira de 13 MP e frontal de 2 MP;
  • Bateria 3140 mAh;
  • Porta misteriosa combinada HDMI/RGB

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Possível sucessor do LG Optimus L7 vaza com tela de 4,3" e dual SIM

Especificações vazadas na Rússia revelam sistema operacional Android 4.1 e processador dual-core de 1 GHz.
 

Possível sucessor do LG Optimus L7 vaza com tela de 4,3
O smartphone pode ser oficialmente apresentado durante a Mobile World Congress deste ano.
(Fonte da imagem: Hi-tech.mail.ru)

Controles diretos por meio de botões para acessar um ou outro chip SIM, um sistema touchscreen de melhor e mais rápida resposta, um design mais arredondado e opções de cores restritas ao preto e ao branco. Por enquanto, são essas algumas das especificações pertencentes ao suposto sucessor do smartphone LG Optimus L7.
As informações, trazidas hoje (31) pelo site russo Hi-tech.mail.ru, sugerem que a LG, depois de não ter obtido o que se pode chamar de “sucesso estrondoso” com as vendas do Optimus L7, está de olho em uma nova empreitada: um smartphone mais robusto, com software melhorado, pode ocupar ainda neste ano as prateleiras do mercado de eletrônicos.
Por enquanto, nenhuma informação oficial foi divulgada. Mas, de acordo com o site russo, a configuração final deste aparelho (que tem possibilidades reais de ser apresentado na Mobile World Congress 2013, no final de fevereiro) pode contar com os seguintes quesitos:
  • Processador dual-core de 1 GHz;
  • Bateria de 2.460 mAh;
  • Câmera traseira de 8 megapixels;
  • Gravação de vídeos HD em 720p; e
  • Sistema operacional Android 4.1 Jelly Bean.
Especula-se também que o preço do que parece ser o “LG Optimus L7 2” giraria em torno de 12.990 rublos (moeda russa), cerca de US$ 430 (aproximadamente R$ 860, desconsiderando a inclusão dos impostos generosos cobrados no Brasil).


quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Designers criam case minimalista para iPhone 5 Ao contrário dos modelos existentes, essa capa utiliza pouco material para proteger o smartphone.



Os cases para iPhone se tornaram uma atração a parte: é possível deixar o aparelho mais interessante com capas de ursos, gatos, personagens infantis, cartas de baralho e até soco inglês. O estúdio de design mod-3 (Califórnia), no entanto, foi para o caminho oposto e criou um case minimalista, que protege o smartphone com poucos materiais.
Segundo as informações do site DesignBoom, o projeto foi desenvolvido especificamente para o iPhone 5, que já esta à venda nas lojas brasileiras. Feito de aço, ele protege o aparelho com a ajuda de duas hastes que se cruzam na parte de trás, formando um “x”. Por essas serem fixadas nas bordas do smartphone, ele continua protegido menos se a tela ficar virada para a superfície.
Por enquanto, o case Radius, como foi batizado o conceito, ainda não saiu do papel para chegar às lojas. Mas para aquelas que á estão cansadas dos cases chamativos, essa pode ser uma boa alternativa para o futuro.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Regime: conheça a tecnologia que deixa as telas OLED ultrafinas [ilustração]

Saiba mais sobre uma das tecnologias que podem estar presentes na sua casa nos próximos anos.
 


Regime: conheça a tecnologia que deixa as telas OLED ultrafinas [ilustração]
Você consegue imaginar uma televisão com 55 polegadas e apenas 4 milímetros de espessura? Exatamente, estamos falando de um aparelho que pode ter 1,4 metro de tela, mas ocupando menos de meio centímetro ao ser visto de lado. Assim é um novo televisor apresentado pela LG durante a CES 2013. E, para chegar a esse formato ultrafino, o caminho percorrido foi o das telas OLED.
Mas como essa nova tecnologia consegue transformar as estruturas das televisões a esse ponto? É o que veremos aqui neste artigo. Prepare-se para saber como é o processo de montagem das telas OLED e também veja as diferenças entre elas e as LCD e LED comuns para entender por que nunca veremos uma televisão LCD com essas espessuras reduzidas.

A estrutura das telas OLED

Há várias camadas existentes em uma OLED. A mais básica de todas é o substrato, que é onde toda a estrutura será depositada — ele pode ser composto por lâminas ultrafinas, vidro ou plástico. A primeira camada aplicada ao substrato é o ânodo, que fará a remoção dos elétrons das camadas orgânicas, criando “buracos” elétricos no sistema.
Regime: conheça a tecnologia que deixa as telas OLED ultrafinas [ilustração]
(Fonte da imagem: Divulgação/LG)
Logo em seguida surgem as camadas orgânicas, uma condutora e uma emissora, que serão responsáveis pela geração da luz utilizada para a transmissão das imagens. A condutora é composta por polímeros plásticos orgânicos que transportam os “buracos” do ânodo ao cátodo.
 A camada emissora também é criada por polímeros plásticos, mas eles são diferentes dos utilizados na camada condutora. São esses polímeros que transportam os elétrons do cátodo para as outras estruturas e é ali que a luz é gerada. Por fim, o cátodo (que não precisa ser transparente) utiliza a energia elétrica da fonte para injetar elétrons na parte orgânica do OLED.

O que são os “buracos de energia” e por que eles são importantes?

Como você viu anteriormente, a corrente elétrica é levada da fonte de energia até as camadas orgânicas do OLED. E é lá que ocorre o processo de geração de luz (nas suas mais diversas cores), graças ao transporte de elétrons e surgimento dos “buracos de energia”. Mas o que são esses buracos?
Regime: conheça a tecnologia que deixa as telas OLED ultrafinas [ilustração] (Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia Commons)
Quando o cátodo envia energia para a camada emissora, o ânodo remove os elétrons da camada condutora e faz com que um espaço vazio (os buracos) fique ali. No contato das duas camadas orgânicas, os elétrons da emissora encontram os buracos na condutora e os preenchem. Com a mudança energética dos polímeros, os elétrons liberam energia na forma de fótons — gerando luz.
A intensidade da luz e a cores dependem diretamente da quantidade de energia aplicada e também dos tipos de polímeros utilizados nas camadas orgânicas. Por essa razão é possível que as telas OLED compostas com diferentes polímeros apresentem resultados díspares em relação à luminosidade e à demonstração de cores.

Por que ela é mais fina que telas LCD e LED?

Existe um motivo muito simples para isso: telas OLED não precisam de estruturas que gerem luz porque elas conseguem fazer isso sozinhas. As telas LCD precisam de backlight, assim como as telas LED — a grande verdade é que televisores LED são feitos com LCD comuns que utilizam uma camada de LEDs para retroiluminação.
Dessa forma, todas as camadas necessárias para a produção das imagens são realmente aplicadas ao substrato. Confira agora algumas das formas de realizar essa instalação dos OLEDs nos displays.

Métodos de montagem das telas OLED

Como já dissemos, as telas OLED trabalham com uma estrutura única em que ocorrem todas as reações necessárias para a produção das imagens. E atualmente há três métodos principais para a aplicação das camadas no substrato. Um deles — pouco eficiente — ocorre por vácuo térmico, em um processo que envolve a evaporação de compostos orgânicos e a sequente condensação deles em estruturas ultrafinas.
Regime: conheça a tecnologia que deixa as telas OLED ultrafinas [ilustração]
(Fonte da imagem: Divulgação/LG)
Outro modo similar de depositar os componentes no substrato é por meio de câmaras de baixa pressão. Gases transportam as moléculas orgânicas evaporadas até os substratos resfriados, e lá eles são condensados em filmes. Por fim, existe o processo de impressão. Nele, os OLEDs são aplicados por meio de um spray nos substratos, barateando bastante o processo.
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É claro que ainda vai ser difícil encontrar os televisores OLED no mercado nacional, pois eles devem levar pelo menos cinco anos para começarem a se tornar populares — isso nos Estados Unidos. Mas vários celulares já possuem a tecnologia, assim como o console portátil PS Vita. E é claro que ainda veremos muitos equipamentos incríveis com as telas criadas com esses recursos.
Gostou da ideia? Então aguarde novidades muito interessantes em relação ao OLED para os próximos anos. Será que teremos televisores ainda mais finos do que os encontrados atualmente?